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Exemplo de superdotação

Mineiro é 2º na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica

Régua, massa de modelar e barbante. Foi exatamente com esses materiais, muito empenho e alguma queima de fosfato que estudantes brasileiros faturaram a medalha de prata na prova de equipe da 8ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica. Premiação inédita para o país.

Aos 18 anos, Pedro Guimarães Martins voltou da Romênia para casa, em Belo Horizonte, com o distintivo e uma menção honrosa pelo desempenho individual na competição. Foi a primeira vez que participou da disputa no exterior.

O estudo sugere que os genes de cada aluno faz, em média, uma diferença de 58% para os seus resultados nas disciplinas básicas de inglês, matemática e ciências. E os fatores ambientais, tais como a escola, bairro e da casa da família, têm um impacto menor, de 29%.

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Para quem acha que prata é pouco, segue o aviso: antes de pisar em terras estrangeiras, os estudantes precisam ter excelentes notas na olimpíada nacional e ainda desbancar mil candidatos tão feras quanto eles em seletivas on-line. Os cem mais bem classificados fazem outra prova, e, desses, cinco seguem para a fase latino-americana. Outros cinco, para a internacional.

Pedro comemora desempenho na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica

Pedro comemora desempenho na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (Foto: Eugênio Morais)

Só a nata!

Filho de um bancário e uma professora, Pedro integra o seletíssimo time que voou para a Europa Oriental. Lá, ele, o piauiense Felipe Vieira Coimbra e os paulistas Allan dos Santos Costa, Daniel Mitsutani e Daniel Charles Heringer Gomes tiveram 90 minutos para calcular, somente com os materiais do início desta reportagem, a trajetória de dois mísseis que deveriam destruir um asteroide imaginário em rota de colisão com a Terra. O desafio de dinâmica orbital foi encarado por mais 203 estudantes de 38 países, além do Brasil. Canadá ficou com o ouro e a Lituânia, com o bronze.

“Foi uma prova diferente, mas que abordava assuntos clássicos. O tempo curto exigiu trabalho de equipe mesmo, com uns cuidando da parte teórica e os demais, do desenho geométrico”, diz Pedro.

O time brasileiro tinha como líderes os astrônomos Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos, e Eugênio Reis, do Museu de Astronomia e Ciências Afins.

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Publicado em 27/09/2014

Fonte: Nupesc

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